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Com mais de 60 anos em Pernambuco, Alcoólicos Anônimos amplia rede de apoio e acolhimento

Com mais de 60 anos em Pernambuco, Alcoólicos Anônimos amplia rede de apoio e acolhimento

Fundada no Recife em 1964, a irmandade reúne atualmente 284 grupos no estado e recebe diariamente entre 20 e 30 novos pedidos de ajuda por meio de encontros presenciais e canais digitaisInformações do JCUma rede de reuniões, voluntariado e troca de experiências entre pessoas que enfrentam o alcoolismo. O grupo Alcoólicos Anônimos (AA), que começou em Pernambuco dentro de uma garagem na década de 60, se transformou em 284 unidades ativas e acolhe diariamente entre 20 e 30 novas pessoas somente nos canais digitais.Mais de 60 anos em PernambucoA reportagem do Jornal do Commercio visitou a sede administrativa da irmandade no bairro da Boa Vista, área central do…
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Maio Laranja e a urgência de enxergar o que o silêncio esconde

Maio Laranja e a urgência de enxergar o que o silêncio esconde

Psicóloga e escritora Marcia Bortolanza alerta para os impactos emocionais da violência infantil e destaca a importância da escuta, do acolhimento e da proteção permanente às criançasColuna de Marcia BortolanzaExistem dores que não sabem pedir ajuda.A dor de uma criança, muitas vezes, é silenciosa.O Maio Laranja surge como um movimento de conscientização sobre o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, mas também como um alerta para algo que precisa ser discutido durante o ano inteiro: a necessidade de construirmos uma infância verdadeiramente protegida.Nem toda violência deixa marcas visíveis. Algumas se escondem atrás de mudanças de…
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Mãe: entre o amor que acolhe e as marcas que permanecem

Mãe: entre o amor que acolhe e as marcas que permanecem

Texto da escritora e psicóloga Marcia Bortolanza reflete sobre os vínculos maternos, as heranças emocionais e a construção afetiva ao longo da vida.Falar de mãe é entrar em um espaço sagrado da experiência humana. Um lugar onde nascem vínculos, mas também onde, muitas vezes, se instalam silêncios difíceis de nomear. Porque mãe não é apenas quem cuida é quem, de alguma forma, inaugura em nós a forma de sentir o mundo.É no olhar materno que aprendemos, ainda sem palavras, se somos vistos, amados e aceitos. É no colo ou na ausência dele que o corpo registra as primeiras impressões de…
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